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Desenvolvedor Full Stack: passo a passo como se tornar um

Desenvolvedor Full Stack: passo a passo como se tornar um

Seja em pequenas, médias ou grandes empresas de tecnologia, o desenvolvedor Full Stack é um dos profissionais mais requisitados, com alta remuneração e prestígio. Isso se deve justamente ao seu papel estratégico nos projetos em que atua, que pode beneficiar o time, as companhias e os usuários.

Ainda assim, muitas pessoas que se interessam pela profissão têm dúvidas sobre quais as funções desse profissional, como ele se encaixa no processo de desenvolvimento e na configuração da equipe, e quais as ferramentas e habilidades necessárias para atuar na área.

Neste guia, você encontrará tudo o que você precisa saber sobre a atuação de um desenvolvedor Full Stack, além de um passo a passo para se tornar um profissional da área. Vamos conferir?

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O que é um desenvolvedor Full Stack?

Desde a década de 1980 até alguns anos atrás, a pessoa responsável por criar páginas na web que funcionavam pela lógica de cliente-servidor era chamada simplesmente de “programador” ou até mesmo “Webmaster”. Isso porque esses sites eram mais simples e não precisavam de muitos recursos – ao contrário dos programas de computador, que podiam ser mais elaborados.

Com o passar do tempo, os desenvolvedores foram trazendo cada vez mais complexidade às suas páginas, até que em meados dos anos 2000, passou a ser possível que elas apresentassem tanto interfaces quanto infraestruturas com complexidade similar à de um software. 

Foi nesse momento que houve uma demanda por separar Front-End (responsável pela parte de cliente) e Back-End (responsável pelo servidor), para que os profissionais trabalhassem em partes específicas de um projeto.

Mas onde entra o Full Stack nessa história? Esse é nome dado ao profissional que, assim como os “Webmasters”, possui conhecimento e habilidades para se encarregar dos processos de desenvolvimento de ambas as áreas. Entretanto, isso não quer dizer que ele faz tudo de fato.

O desenvolvedor Full Stack pode mediar a relação entre Front-End e Back-End.

Justamente por isso, ele é um profissional muito estratégico nas empresas, pois ele pode transitar entre os times de Front-End e Back-End, mediar as demandas entre ambos e tornar o projeto mais integrado e consistente.

O que faz um desenvolvedor Full Stack?

Mas afinal, o que faz um desenvolvedor Full Stack e como é o seu dia a dia? Essa pessoa deve estar ciente das regras do negócio e a par de todas as demandas dos clientes. A partir disso, deverá focar no desenvolvimento de soluções práticas para o projeto, atuando em áreas distintas do desenvolvimento.

Evidentemente, o profissional deve ter domínio sobre ferramentas de Front-End e Back-End, ainda que seja o essencial, e não seja necessário se aprofundar tanto quanto um especialista nessas áreas.

Em assuntos relacionados a interfaces, é importante saber sobre HTML, CSS e Javascript, além de dominar alguns frameworks relacionados a essas ferramentas. No que se refere ao servidor, é essencial entender o funcionamento de linguagens como PHP, C#, Python e Ruby, e também de APIs para comunicação.

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Além disso, outro conhecimento imprescindível para o Full Stack são os bancos de dados, afinal, todo sistema precisa desse recurso para funcionar. É papel do profissional saber como criar, analisar e consultar ferramentas nesse sentido, sejam eles relacionados ou não-relacionais.

Dito isso, é preciso ter em mente que, em cada empresa, o Full Stack pode ter funções diferentes. Em alguns casos, ele costuma atuar em bastidores, fazendo reuniões e auxiliando as equipes no que for necessário. Já em outras oportunidades, ele pode ser alguém que coloca a mão na massa, seja para escrever códigos, corrigir bugs ou pensar em designs, agindo mais ativamente.

Além de ter conhecimentos sobre diversas áreas, um desenvolvedor Front-End deve saber trabalhar em equipe.

Justamente por isso, é importante que você tenha conhecimento sobre metodologias ágeis, versionamento de códigos, autenticação, arquitetura de software, além de demonstrar boa comunicação, habilidades para trabalhar em equipe e proatividade.

Pode parecer muita coisa, mas não se preocupe! Se você pretende se tornar um desenvolvedor Full Stack, comece estudando o principal de cada área, e aos poucos, você pode ir se atualizando e adquirindo mais habilidades.

Quanto ganha um desenvolvedor Full Stack?

Como mencionamos, a busca por desenvolvedores Full Stack é alta em muitas empresas de diferentes portes. Mas como será a remuneração para esse cargo?  

De acordo com o Glassdoor, com base em mais de 400 salários, o salário médio de um desenvolvedor Full Stack é de R$ 5.306 mensais. Os valores partem de cerca de R$ 3.000, e podem ultrapassar os R$ 10.000, em cargos mais elevados.

Se você planeja atuar no mercado internacional, saiba que a remuneração em outros países também costuma ser excelente. Nos Estados Unidos, por exemplo, um desenvolvedor Full Stack ganha em média US$ 8.770 mensais, e esse valor pode chegar próximo dos US$ 30.000 para profissionais com mais experiência. Os dados são do site BuiltIn.

Além desses cenários, o desenvolvedor Full Stack pode atuar como prestador de serviços ou dando consultorias para empresas. Nesses casos, a remuneração vai depender da complexidade de cada projeto, mas se você prefere atuar nesse modelo, saiba que também pode ganhar muito bem.

Como se tornar um desenvolvedor Full Stack?

Ficou interessado em iniciar sua carreira como desenvolvedor Full Stack? A melhor forma de se especializar como um profissional da área é por meio de cursos, pois dessa forma, você pode ter contato com todos os conteúdos necessários em formatos didáticos.

A Awari oferece uma Trilha de Aprendizado de Programação que conta com cursos de Front-End, Back-End, React Native e DevOps, e reúne tudo o que você precisa saber para se tornar um excelente desenvolvedor Full Stack.

Todos os cursos contam com módulos de aulas gravados para você assistir como preferir, turmas com aulas ao vivo semanais e materiais complementares para você aprofundar seus conhecimentos. Todos esses conteúdos são focados na prática do dia a dia, e ministrados por professores especialistas.

Além disso, na plataforma da Awari, você recebe créditos para personalizar sua jornada, que podem ser usados para se matricular em novas turmas ou agendar mentorias individuais com grandes profissionais da área. Dessa forma, você tem acesso a feedbacks e pode receber suporte de carreira personalizado.

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